Diário de bordo · TRS pelo mundo

“I must have flowers, always, and always.”

Queria dizer que essa é a minha penúltima parte do diário de bordo de Paris! Consequentemente, deixei os meus favoritos por último: livrarias, Giverny e Versailles! Espero que estejam gostando dos posts e se quiserem ler os anteriores é só clicar aqui: parte 1, parte 2, parte 3, parte 4, parte 5. ❤

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Ir para Paris e não conhecer o famoso palácio de Versailles é quase como não ver a Torre Eiffel, não é mesmo? É um dos marcos mais turísticos que a gente ouve falar, haha. Esse infelizmente foi um passeio que eu não consegui aproveitar tanto. O motivo, eu comprei o passeio daqui do Brasil e como eu não tinha noção do tamanho que é Versailles, acabou acontecendo o seguinte: eu não consegui conhecer os jardins porque o ônibus ficava muito pouco tempo lá e os jardins…são enormes! Mas tudo bem, pelo menos é uma desculpa para voltar em outro momento, não é mesmo? Haha.SONY DSC

Minha ida para Versailles aconteceu em um domingo, o que foi muito bom, porque como fui de ônibus e não de trem, o trânsito estava super tranquilo. Também cheguei cerca de uma hora antes da visitação abrir, já com meus ingressos em mãos e ainda assim fiquei um bom tempo na fila, por isso, recomendo muito chegar cedo. Porque é um dos lugares mais disputados entre os turistas e as filas, elas são imensas!

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A parte interior do castelo eu confesso que esperava mais. Ele é separada entre alas femininas e masculinas, o que resultou que gostei muito mais do lado das mulheres, afinal, a decoração pendia para cores leves, enquanto o masculino era tudo para um tom bem escuro de vermelho que naquele calor, chegava até a dar uma pequena sensação de sufocamento. Em especial por conta da quantidade de pessoas e o fato de ter sido um dia muito quente.

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A melhor parte de Versailles de longe são os jardins. Eu gostaria realmente de ter podido aproveitar mais, mas por conta do horário e do dinheiro já gasto, tive que me concentrar em não afastar muito da entrada porque com as horas perdidas na fila para entrar e a visitação do interior do castelo, me restou muito pouco tempo. Mas o pouco que eu vi, foi o suficiente para me apaixonar.

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Repleto de flores, lagos e árvores o lugar passa uma sensação mágica de contos de fadas. Não era muito difícil de olhar ao redor e deixar a imaginação fluir e fazendo isso, eu quase conseguia enxergar ninfas dançando ali naqueles lagos, entre as flores durante uma noite clara de lua cheia. A energia de lá também é incrível, muito diferente do interior do castelo, que parecia um pouco pesada. Eu realmente espero poder voltar para a França e com certeza vou dedicar um dia para visitar Versailles de maneira muito melhor, tanto os jardins do castelo, como andar e explorar um pouco a cidade que é adorável!

Giverny

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Meu lugar favorito na França até o momento. Assim que estava me aproximando dos arredores da pequena vila, eu pude entender o motivo de Monet ter se apaixonado e escolhido aquele local para viver.

Giverny parece uma vila de contos de fadas, assim como o famoso jardim japonês do pintor. Caminhar entre as flores e ao redor dos lagos davam a impressão que a qualquer momento ia saltar uma fada dali e me levar pro realm delas, ao mesmo tempo, também era fácil imaginar Monet pintando ali e eu não conseguia não pensar em como seria viver ali, como ele levava a vida dele.

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A casa de Monet é super aconchegante e nem um pouco pomposa ou recheada de luxos, simples para alguém tão rico como ele (porque o pintor foi um dos poucos artistas que viveu para apreciar o dinheiro vindo de seus quadros). É o tipo do lugar que a conhece e ficar com vontade de morar ali, em especial com aquele jardim (acho que já deu para perceber o quanto eu gosto de jardins, parques e flores, não é mesmo? Meus lugares favoritos sempre envolvem eles). Conforme caminhava pela casa, imagine a minha surpresa ao descobrir que ali, nas paredes da sala, eu veria coisas que só tinha visto em museus que tomavam cuidado com a iluminação e o ambiente perfeito…sim, a parede da sala da casa de Monet tem quadros dele do teto ao chão, organizados de forma quase bagunçada e que quebra totalmente aquela coisa certinha que a gente vê em museu, o que é simplesmente sensacional.

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Mas como falei ali em cima, não pense que foi só a casa e jardins de Monet que são lindos, a vila de Giverny também é algo saído direto de um conto de fadas. As ruas, as casas, tudo ali é envolvente a ponto de não dar vontade de sair mais e que, para variar, eu queria ter explorado mais, mas o tempo não ajudava. O que é uma pena, quando se está viajando e tem muitas coisas para conhecer…o lado bom de voltar para os lugares é poder depois conhece-los com calma e aproveitar tudo que não pôde antes — por sinal, essa “correria” também é uma ótima desculpa para voltar posteriormente, haha.

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Livrarias

Vou confessar duas coisas sobre as livrarias de Paris: a primeira delas é que eu não pude caçar tantas assim, já que tem tanta coisa para conhecer e visitar na capital francesa, que simplesmente não daria tempo de fazê-lo, separei algumas para ir visitar apenas. A segunda é que fiquei um pouco chateada com as livrarias que visitei, por isso, vou citar aqui as minhas duas favoritas: obviamente, a Shakespeare & Company e a Galignani (que fica na Rue de Rivoli). As duas são livrarias “internacionais” e além de terem um grande acervo de livros na língua inglesa, também são super fofas.

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Mas nada se compara à Shakespeare & Company. Não é à toa que ela é uma das livrarias mais famosas do mundo e está sempre na lista daquelas que, se você ama livrarias, deve visitar. Faz jus ao nome completamente. Infelizmente não é permitido tirar fotos do interior, mas acreditem em im quando eu digo que lá é um lugar que vale a pena para os amantes de livros, haha.

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Mas não espere que a Shakespeare & Company seja grande e coisa e tal. Ela não é, a entrada é super pequenininha e fica até meio escondida, mas sempre cheia de gente tanto do lado de fora, quanto no interior. Ela é estreita, mas super comprida e seus corredores levam a mais corredores repletos de livros do chão ao teto, todos na língua inglesa. Eu fiquei horas ali dentro e ficaria ainda mais, mas infelizmente o tempo em uma viagem é precioso, então, eu tive que ir embora em um momento para conhecer outras coisas — mas não pense que não voltei, haha, porque antes de voltar ao Brasil, eu precisei ir lá de novo, afinal não só era uma livraria incrível, como também estava localizada na minha região favorita de Paris.

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E assim eu termino minha penúltima parte do diário de bordo de Paris. Ah, a quote do título é do próprio Monet! E se quiserem ver mais das fotos da viagem que não vieram pro blog, é só clicar aqui!

Na parte final do diário de bordo, vou falar sobre um dos meus lugares favoritos no mundo: a Disney. Espero estejam gostando dos posts! ❤

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