TRS pelo mundo

“It’s a lovely experience walking around a museum”

Vamos começar a segunda parte do meu diário de viagem para Paris (leia a primeira clicando aqui)? Como o título diz, vou contar para vocês um pouquinho sobre os museus que visitei na cidade e algumas coisas que vivi por lá, contar qual o meu favorito e o porquê!

Espero que gostem! ❤

Louvre

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O primeiro museu que visitei, claro, foi ele, o famoso Louvre e ele foi um daqueles lugares que a gente ouve o quão gigante é, mas que não dá para ter uma verdadeira noção até ver ao vivo, sabe? Porque quando vi o tamanho do antigo palácio, fiquei até um pouco sem fôlego.

A entrada dele fica na famosa pirâmide de vidro e lá eu já percebi que estava perdida porque sou um tanto ansiosa e meio que queria ver tudo ao mesmo tempo, mas escolhi, claro, começar o passeio por uma das partes que mais me interessam na vida: o acervo egípcio.

No entanto, vou confessar que ele me decepcionou um pouco, eu esperava uma quantidade muito maior de peças em exposição, mas acho que me deixei levar pelo nome e “importância” que o museu tem. Outra coisa que me incomodou — e não, não foi um grupo de chineses que estavam atrás de mim gritando e empurrando quem estivesse no caminho — durante a visita a essa ala foi o pensamento do roubo da cultura de um outro lugar. Isso ficou comigo desde então e só posso questionar: por que nos apropriamos da cultura de outro povo dessa forma para expor em outros museus?

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Mas pensamentos à parte, depois de terminar a parte egípcia precisei dar um tempo em um café, porque gente, aquele lugar cansa de andar, haha. E voltei pelo mesmo caminho que fui — para quem não conhece ou não tinha noção como eu não tinha quando cheguei ali, debaixo da pirâmide de vidro, que é a entrada principal do museu, há diversos “túneis” que te levam para variados setores da exposição, você pode passar por dentro do museu entre eles, ou voltar para essa ala e começar tudo de novo, que foi o que tive que fazer — para conhecer a parte antiga do Louvre, de quando ele era um castelo medieval.

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É uma parte bem pequena, mas que tem uma parte da fundação original, lá por onde ficavam aqueles fossos dos castelos medievais e um pouco sobre a história do museu em si. Por incrível que pareça, acho que foi uma das coisas que mais gostei nessa primeira vez que fui ao museu!

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Então dali, eu enfim fui na ala dela… conhecer a Mona Lisa. Antes de chegar na sala onde ela fica, é preciso andar por um corredor enorme com diversas pinturas e algumas estátuas de artistas italianos, algumas delas super famosas, assim como esse corredor, que sempre aparece em fotos, filmes ou vídeos que falam do Louvre. Tão famoso que parecia que já estive lá antes, de tantas vezes que o vi! Hahalouvre

Quanto à famosa pintura de Da Vinci, infelizmente não tirei foto dela. Por dois motivos: o primeiro é que antes de fotografar, eu gosto de olhar para uma obra e conhecê-la, mas isso era impossível ali, porque o que todo mundo queria fazer era fotografar a Gioconda e acho que praticamente o Louvre inteiro estava ali para ver a super-star do museu, haha.

Como sou muito baixinha e não suporto acúmulo de gente, porque passo mal, preferi evitar e nem tentar chegar perto ou participar daquele empurra-empurra geral, então, eu vi um pouco dela de longe — o suficiente para ficar impressionada — e simplesmente adorei suas cores, mas depois disso, segui em frente para a visita do museu, que acabou quando cheguei no fim do corredor das pinturas italianas (antes já tinha passado pelas francesas e me perdi em diversos lugares, conhecendo coisas que nem esperava, haha).

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Uma decepção do Louvre: a loja do museu. Tenho um fraco por essas lojas e ela deixou bastante a desejar, cara e com umas coisas um tanto sem graça.
Uma surpresa positiva: a Mona Lisa. Fui esperando muito pouco dela e acabou que ela foi bem mais do que eu esperava e suas cores… incríveis. Uma pena que tinha tanta gente em volta olhando através do celular e eu não pude ver realmente de perto. Mas ok, deixamos para uma outra vez.

Musée Marmottan

Também conhecido como Museu Monet por ter um acervo bem grande do pintor — tem uma quantidade imensa de quadros pintados em Giverny —, o Musée Marmotan foi um local que minha professora de francês indicou para eu visitar porque sabia que eu gosto tanto do Impressionismo quanto do Monet, que é meu pintor favorito.

Se alguém for para Paris e pretende conhecer Giverny, vou repetir a dica que minha professora me deu: vá antes à esse museu. Porque o “choque” de ver todas as pinturas e depois o lugar ao vivo é realmente incrível. Ele é um pouco longe do grande centro turista de Paris, mas é super fácil de chegar de metrô, além de assim que a gente sai da estação também tem um monte de placas indicando o caminho!

Uma curiosidade sobre o museu é que todos os quadros eram da coleção pessoal de Monet e foram dados para o museu pelo filho dele. Além do mais, a casa onde fica o museu era a casa onde Jules Marmotan vivia, por isso além de diversas obras de arte, também é um lugar super interessante pra visitar, assim como a região onde ele fica, que é bem parto de um parque/praça super gostoso para sentar e curtir a sombra.

Fora que, ver as obras de Monet pessoalmente desse jeito foi extremamente emocionante para mim. Uma sensação que jamais vou esquecer e definitivamente voltaria ali outras vezes só pra revisitá-las!

Infelizmente não tirei nenhuma foto no museu, porque não era permitido e a fachada estava reformando. 😦

Musée Dorsay

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Um dos últimos lugares que visitei em Paris e definitivamente meu museu favorito na cidade! Eu simplesmente me apaixonei pura e completamente por esse lugar e para mim, ganhou do Louvre. Sabe aquele lugar que você passa o dia todo e poderia ficar ainda mais? Então.

Cheguei lá de manhã cedo, um pouco depois que ele abriu e passei quase o dia todo conhecendo obras e mais obras simplesmente maravilhosas. E não só o acervo do museu que é incrível não (Degas, Van Gogh e Monet são só alguns dos artistas expostos lá), ele por si só já é de tirar o fôlego. Lá era uma antiga estação de trem e ainda é possível enxergar a estação ali, sério, é maravilhoso!

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A comida do D’Orsay também é algo de se impressionar. Tem um café que fica na parte interna do relógio que a gente vê por fora do museu que é simplesmente lindo e gostoso! E o restaurante que fica em um salão amplo e iluminado cheio de lustres de cristais que é tão gostoso quanto bonito! Fora que não é muito caro, então a gente come (muito) bem ali sem gastar muito.

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Sabe aquele lugar que parece mágico quando a gente entra? E ainda junta com um monte de obras de arte incrível? Esse é o museu D’Orsay, que assim como o Louvre também tem bastante história além de ser apenas um museu. Talvez seja essa uma das minhas coisas favoritas em Paris, que tudo ali é repleto de tanta história que deixa gente meio tonto, sem saber direito para onde olhar! Haha

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E esses foram os museus que conheci em Paris e minha experiência neles! Espero que tenham gostado! ❤

ASSINATURAFLAVIA

3 comentários em ““It’s a lovely experience walking around a museum”

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